O Sal da Vida

A deficiência de micronutrientes representa a mais difundida forma de subnutrição global. Cerca de dois bilhões de pessoas, incluindo 241 milhões de crianças em idade escolar – quase um terço da população mundial –, não recebem a quantidade adequada de iodo na alimentação.

Esse micronutriente é essencial na produção dos hormônios da tireoide responsáveis pelo metabolismo e a formação neonatal e infantil, sendo a sua deficiência no organismo uma das causas comuns de danos mentais evitáveis – cretinismo, perda de QI, da habilidade cognitiva e de aprendizado, aumento do aborto, diminuição da resistência e da capacidade de trabalho.

Na verdade, o tamanho da sua importância é o mesmo do desconhecimento dos seus benefícios. Reconhecendo a necessidade da prevenção dos Distúrbios por Deficiência de Iodo (DDIs), a Assembleia Mundial de Saúde adotou há mais de duas décadas (1991) a meta de eliminação da deficiência de iodo no organismo como estratégia de Saúde Pública.

Relatório da Unicef do ano passado estimou em 71% a iodação universal do sal aferida por meio de residências com sal adequadamente iodado. Ainda que a nutrição de iodo tenha avançado, dados apontam para uma estagnação com a redução no progresso global.

Pesquisadores e especialistas têm dedicado maior atenção em identificar os efeitos da nutrição adequada de iodo nos grupos mais vulneráveis: mulheres grávidas e neonatais até os primeiros 1.000 dias, para prevenir danos a longo prazo.

No Brasil, o Ministério da Saúde preconiza a iodação de todo o sal destinado ao consumo humano, assegurando as condições legais, administrativas e operacionais para a aplicação sistemática da medida, em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e com o setor produtivo salineiro.

Desde a obrigatoriedade de adição de iodo no sal na década de 1950, o Ministério da Saúde realizou quatro inquéritos para avaliar o impacto dessa intervenção no país. Como resultado, uma significativa redução na prevalência de bócio (aumento do volume da tireoide), de 20,7% para 1,4% em 2000.

A indústria salineira do Brasil, parceira de primeira hora das nossas autoridades de saúde e sanitárias, constitui o braço operacional do programa Pró-Iodo responsável pela adição de iodo em todo o sal para o consumo humano. Seu investimento em insumos para atender às suas metas é de R$ 7 milhões/ano, uma contribuição efetiva para o êxito de um dos maiores programas de Saúde Pública do Brasil.

Afinal, sempre tivemos o sólido pacto com as autoridades públicas de saúde em manter a ingestão adequada de iodo para a eliminação virtual dos graves distúrbios por deficiência de iodo no organismo dos nossos cidadãos. É o nosso compromisso como empresários.

Fonte:
Luiz Caetano Alves
Presidente do Conselho Regional da FIRJAN/CIRJ no Leste Fluminense

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